Inteligência Artificial e Meu Caminho na Escrita

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A arte não deveria ser um ato de imaginação? Ideias pairando no ar, que se tornam concretas pelo conceito de propulsão coletiva e individual, em uma troca complexa e sem barganha. Explico-me:

Estava desenhando e veio à mente o seguinte pensamento: “Por que eu tento criar arte?”. Deparei-me com uma situação complexa e triste, e os primeiros pensamentos foram: ego, ‘tesão’, vontade de ficar famoso ou de me fazer notar? Por que, cargas d’água, sinto uma necessidade quase fisiológica, no sentido poético da palavra? A criação sempre me cativou. Criar, pintar, escrever e fazer arte.

Não me considero um artista, não sou profissional nem vivo dela. Quero me profissionalizar, melhor dizendo: especializar-me.

Por isso, vendi minha bateria, parei com obras de artes visuais (exceto fotografias e curta-metragem), referindo-me às telas, graffiti e desenhos. Voltei-me para a escrita; vou focar nela.

A escrita sempre foi algo impossível para mim. Eu lia livros e alguns textos em jornais, geralmente crônicas, e parecia algo muito distante e impossível. Contudo, a chama de saber, desenvolver e conseguir escrever era visível internamente.

Alguns próximos viam o baterista, o percussionista e o artista plástico. No meu íntimo, sempre foi o meu desejo escrever.

Hoje, deparo-me com os comandos da Inteligência Artificial, criadores de livros que ganham dinheiro nos EUA; não me aborreço ou me preocupo. No meu trabalho, para otimizar o serviço em descrições de posts e hashtags, utilizo-a. Faço algumas alterações e até me arrisquei solicitar uma postagem no Blog do site da empresa que trabalho. O conteúdo ficou extenso e coeso. Utilizei a Inteligência Artificial Manus. Muito completa.

Para este texto, utilizarei correções gramaticais, ortográficas e coesão. Alguns diriam que criar comandos para postar todos os dias, de um formato que proporcionasse um ganho mais rápido, seria melhor. Tenho 35 anos e não sou um gênio da literatura, mas escrevo porque desejo, no meu íntimo. Se algum projeto, contos, crônicas, romances ou dramas, algum dia me tornar um profissional e viver dos escritos, acredito que está muito longe. Não sou pessimista, mas, como eu disse, não sou um gênio literato.

Devemos manter um pensamento positivo. Meu pai afirmava: “Nunca pare de criar!”. Sempre com um sorriso otimista, um semblante contagiante e uma aura contente. O luto, apesar de quase dois anos e meio desde sua passagem, ainda é presente. T

Tentarei postar com mais frequência aqui, quem sabe usando o Notion só para me disciplinar.

Imagem gerada por IA

Nota do Autor:

Escritor, fotógrafo e criador de conteúdo. Mantenho blogs em airfeliperp.medium.com (inglês) este em português, onde exploro saúde mental, arte e histórias curtas. IG @ airfeliperp / YT @ AirCurtas

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