Em 2007 eu estava prestes a me formar no ensino médio brasileiro. Uma carga de estudo alta voltado para figuras e movimentos importante das belas-artes, estava decidido cursar Artes Plásticas. Embora, a energia do mundo voltava-se contra. Até os meus 23 anos eu não sabia o que era meditar/ orar com frequência. E os benefícios que isso trazia para pessoas de todas as idades. Principalmente, os jovens que carecem de espiritualidade e só enxergam uma religiosidade castradora em muitos sentidos. Quem dera eu soubesse e tivesse o discernimento que seria algo espetacular, que Deus aliviaria meu fardo e minhas decisões seriam mais certeiras, apenas se dedicasse 15 minutos por dia para falar com Ele².
Fui cursar Administração em 2008, logo quando conclui o Ensino Médio. Uma Faculdade privada na própria cidade. Inconsciente coletivo exigiu e iniciei minha carreira como estagiário de telemarketing. E isso com uma confusão na vida pessoal e meus impulsos artísticos sendo pressionados. Foi um período bem American Horror History. Contudo, tive uma noção capitalista com o velho Adam Smith, que Marxismo é apenas uma corrente ideológica, na prática, nunca foi praticada. As necessidades de Maslow e que meritocracia não existe na pobreza. As oportunidades não são iguais. Com os anos, e a partir de 2016, minha consciência e a insistência meditativa foram ganhando espaço. Espiritualidade existiu e percebi que o Criador Maior do Universo, sempre esteve em meu interior.
2008 falava-se muito sobre recessão, a bolha imobiliária estourou nas mãos de Obama, Lula, Merkel e outros grandes nomes da política internacional. Saltando ao tempo, em 2019 eu li muitos ‘gurus’ falando de uma situação semelhante surgiria, em março de 2020 iniciamos com a Pandemia Covid-19. O tempo pode ser relativo se analisarmos por ótica micro. Já a macro, após um ano e meio, muitos hábitos foram criados durante a pandemia e isolamento social. Nesse ponto, os ‘gurus’ econômicos acertaram errando, ironicamente, sim.
A mudança resultou em uma inflação atípica na moeda americana, que normalmente é esperada em outras moedas. Um amigo, querido sempre diz: “Japão reflete o mundo, cara! Na década de 80 todos estavam atrás de um computador, nós aqui do Ocidente a partir de 2000, praticamente”. É sabido que os juros de lá era negativo, com extrema lógica pelo seu mercado. Aumentou lastreada na insegurança e no modos operandi da economia global. Os comentados pactos financeiros G7, G20, BRICS e a ONU tentando erguer a voz para cessar-fogo nas múltiplas guerras que iniciaram.
Conclusão: orar/ meditar me proporcionou momentos de lucidez, até mesmo para entender economias. Nesse contexto, reitero o que alguns afirmam: os pobres são os mais afetados em uma recessão. Por exemplo, uma grande empresa que ajuda, pode começar a temer queda de produção, parar com as doações para segurança da folha de pagamento. Hoje, sei que os números negativos de ontem, não serão os mesmos de hoje. O que mudou foram as pessoas, como elas interagem e quais princípios de consumo estão em voga. A política não acompanhou essa mudança. Os governantes precisam de um coach recém-formado.
¹esse Título foi gerado por IA Jetpack
²adquiri esse hábito através das palestras de Benjamin Teixeira de Aguiar — as quais me salvaram algumas vezes

Autor: Air Felipe Ribeiro Pires
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