Trocando Ervas: Uma Comédia Psicodélica nos Bastidores da Fama*

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*Conteúdo 18+, drogas ilícitas, conteúdo impróprio para menores de 18 anos, maconha é uma droga ilícita, há medicamentos que são receitados de derivados, favor consultar seu médico. O conteúdo a seguir é uma Ficção, semelhança com a realidade é coincidência. Não há romantização ou incentivo ao uso, apenas uma narrativa de personagens.

Havia um grande relógio no hotel onde Maiquilson estava hospedado. O relógio contava os segundos com um barulho de grande estresse. Maiquilson, que chamaremos pelo nome encurtado Maiqui, tinha aproximadamente 28 anos. Estava na Cidade Maravilhosa há 2 dias para realizar um teste de modelo e possível vaga para novela. Ele teve muita sorte para concorrer no cast, palavra usada pelos modelos, atrizes e atores em geral. Como havia chegado Sábado de madrugada e o Casting era segunda-feira, começou a fumar um baseado no dia do Cast. Demorou um pouco para conseguir comprar o baseado e pagou caríssimo.

Após todo o seu ritual para tragar a Cannabis, era flor, como dizem os usuários, ou seja, não era aquela maconha prensada e sim a planta cultivada. Isso trazia mais credibilidade, pois muitos usuários temem comprar algo de má qualidade e acabar fumando maconha com outras drogas. Questões tais as porcentagens de THC e CBD, não existem, apenas chapa demais, o que indica um pouco mais de THC. Em pessoas propensas a gatilhos de transtornos psicológicos devem evitar o consumo de THC, em alguns casos não consumir.

Ele faz o consumo do óleo canabidiol (CBD) para tratar Ansiedade Generalizada. Maiqui, quando terminou o último trago na ponta, começou a achar que a polícia estava chegando em seu apartamento para levá-lo, mesmo ele não ter cometido nenhum crime. Na cabeça dele era policial que estava atrás de ponta de maconha. Maiqui estava de cócoras na quina da sala. Roeu todas suas unhas, estava em posição fetal. Caiu no sono e acordou ainda com tempo para chegar no Cast, lá tentaria fazer a troca com uma maconha de outra biqueira.

Conheceu uma mulher de 30 e poucos anos, ficaram na mesma sala. Esperavam a chamada. Essa foi a deixa para o Maiqui. Começou elogiando o cabelo dela e por aí foi as ideias. No timbre de voz da moça ele sacou que ela fumava também. Usou um gíria e ela entendeu, deu uma risada do nada e ela entendeu, abriu o jogo. Estava com ela uma porção prensada de boa qualidade, fumando muito daria para uma semana de f1, segundo ela dava muita risada, sensação de lentidão com uma satisfação e fome. Quando ele explicou para ela a dele, aceitou na hora. Fecharam acordo. Ambos olharam para ver se tinha câmeras, nenhuma, troca feita, chamaram o Maiqui, com o nome completo Maiquilson, a mulher sorriu e disse belo nome, não deu tempo de se apresentarem.

Imagem de Julia Teichmann por Pixabay

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