
As formigas estão no trabalho, árduo
e elas sabiam o dever das normas.
O local era pequeno morro, cidade próxima
e elas já sentiam o cheiro da chuva.
Diversas folhas, em micro pedaços eram levados
e entregue.
Voltava-se ao corredor e suas ramificações, extras
e precipícios.
Sabido que Napoleão Bonaparte notou as formigas,
em uma guerra encontrou nelas a fonte
que esforço enorme faziam.
Pela análise fria e sociológica, notamos mais as guerras
e os nomes que nelas cravam.
As formigas continuam no trabalho, nós guerras.
¹O título foi gerado por Inteligência Artificial, a qual solicitei um crítica literária sendo o soneto postado, as 14 linhas não foram alteradas ou criadas por I.A. A crítica literária é para um exercício pessoal.
Nota do Autor:
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Escritor, desenhista, fotógrafo/ curtas-metragens amador e criador de conteúdo. Mantenho blogs em airfeliperp.medium.com (inglês) este em português, onde exploro saúde mental, arte e outras histórias curtas. IG @ airfeliperp / YT @ AirCurtas

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